DARK SIDE OF THE RAINBOW

Hoje dia do Rock! E para celebrar este dia La Poderosa vai falar de assunto que causou diversas dúvidas e curiosidades: Dark Side of the Rainbow. Para saber o que é isso, é preciso conhecer duas outras coisas.

The Dark Side of the Moon é um álbum conceitual do Pink Floyd lançado no ano de 1973, as letras falam sobre as pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. O disco é considerado por muitos críticos e fãs como sendo a obra prima da banda, além disso representa um marco do rock progressivo.

O Mágico de Oz é um filme americano de 1939, baseado no livro infantil de mesmo nome de L. Frank Baum, onde uma garota chamada Dorothy é capturada por um tornado no Kansas e levada a uma terra fantástica de bruxas, de leões covardes, de espantalhos falantes, de um homem de lata.

Agora o que tem haver o disco com o filme? Resumindo tudo. O resultado se chama Dark Side of the Rainbow, um efeito criado ao tocar o álbum conceitual simultaneamente com o filme. Há vários momentos em que uma obra corresponde a outra, seja por parte das letras das músicas ou pela sincronia áudio-visual O nome do efeito vem da combinação do título do disco (The Dark Side of the Moon seria O Lado Sombrio da Lua, uma metáfora para ilustrar os conceitos de lado negativo da mente e da vida) e da icônica canção do filme Over the Rainbow (Além do Arco-Íris).

Segundo pesquisas, os fãs já conseguiram compilar mais de 100 momentos de conexão entre o filme e o disco. No verso “balanced on the biggest wave” (“balançado na maior das ondas”) de Breathe é cantando enquanto Dorothy balança em cima de um muro; “who knows which is which” (“quem sabe quem é quem”) de Us and Them é cantado enquanto as bruxas boa e má se confrontam; “the lunatic is on the grass” (“o lunático está na grama”) de “Brain Damage” é cantado enquanto o Espantalho, cujo corpo é preenchido com grama seca, age freneticamente como um louco; e as batidas de coração ressoam enquanto Dorothy encosta seu ouvido no peito do Homem de Lata. Esses são alguns momentos, mas ainda tem mais.

  • A introdução Speak to Me muda para Breathe de acordo com a mudança do nome nos créditos iniciais.
  • Breathe muda para On the Run quando Dorothy cai do muro.
  • A cauda do cachorro Totó se move conforme os ruídos em On the Run.
  • Quando Dorothy canta pela primeira vez no filme, ela olha para o céu enquanto são ouvidos sons de avião na música;
  • Os sons de relógios na introdução de Time começam a tocar assim que Elvira Gulch aparece na bicicleta, e cessam assim que ela desce da bicicleta.
  • The Great Gig in the Sky se inicia assim que o tornado se aproxima, e suas mudanças de ritmo combinam com o clima no filme.
  • Money tem início logo quando Dorothy abre a porta para o mundo de Oz, e o filme deixa de ser preto-e-branco e se torna colorido.
  • As bailarinas dançam ao ritmo de Us and Them.
  • Quando a bruxa mau aparece , a musica fala “black“, referencia à sua roupa preta. Quando a bruxa má morre, escuta-se gritos do começo da música ‘Speak To Me – Breathe’.
  • A tia da garota aparenta dizer “leave” (“parta”) para Dorothy, ao mesmo tempo em que é dito o verso “leave, but don’t leave me” (“Parta, mas não me abandone”) em Breathe.
  • Look around” (“Olhe ao redor”) – Dorothy olha ao redor.
  • Dig that hole” (“Cave o buraco”) – o fazendeiro aponta para o chão.
  • Balanced on the biggest wave” (“Balançar-se na maior das ondas”) – Dorothy se balança em um muro.
  • Share it, fairly” (“Compartilhe, generoso”) – um Munchkin dá flores para Dorothy.
  • “Moved from side to side” (“Se moveram de um lado para o outro”) – os Munchkins correm de um lado para outro quando surge a Bruxa Má do Oeste.
  • Black and blue” (“Preto e azul”) – quando é dito “black“, a bruxa é vista, com sua roupa e chapéu pretos, e quando é dito “blue” aparece Dorothy, com sua roupa azul.
  • With… without” (“Com… sem”) – Em “with“, Dorothy está com Totó nos braços, e coloca-o no chão conforme é dito “without
  • home…home again” (“em casa…em casa de novo”) – Quando Dorothy volta para casa.
Até hoje em qualquer entrevista o Pink Floyd negou que esse efeito foi proposital. Uns juram de pé junto que é pura verdade, outros falam que é balela. Se quiser fazer esta experiência deixe o volume da TV no zero, e assista o filme ouvindo apenas CD. Depois disso, veja se deu certo mesmo, não há nada comprovado, mas que existem muitas conexões não se pode negar…

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