DOUGLAS SIRK, O PRÍNCIPE DO MELODRAMA

recomenda-cinemaDe 16 de maio a 10 de junho, o CCBB traz mais uma mostra de cinema, agora é a vez de Douglas Sirk, O Príncipe do Melodrama. Essa é uma retrospectiva dos 30 principais filmes do diretor Douglas Sirk, nascido Detlef Sierck na Alemanha, em 1900, e emigrado para os Estados Unidos nos anos 1930. O cineasta começou a carreira como diretor de teatro e depois colaborou com o principal estúdio alemão da época, a UFA.

Com a ascensão do nazismo, Sirk fugiu para os Estados Unidos, onde se tornou um dos grandes diretores de melodramas da Universal. Utilizando técnicas inovadoras para a época (Technicolor, Cinemascope), ele dirigiu clássicos atemporais, muitos deles inéditos no Brasil, como Imitação da Vida, Tudo o Que o Céu Permite, Palavras ao Vento, Sublime Obsessão e Amar e Morrer. A mostra traz, ainda, aulas-debates em torno da vida e obra do diretor.

A-garota-do-pÉntanoA mostra “Douglas Sirk, o príncipe do melodrama” foi pensada, em grande parte, para desmontar o preconceito de uma parcela do público contra o “melodrama” (pejorativamente chamado de “dramalhão” ou “tearjerker”) gênero nobre de origem teatral e que foi, no cinema, um dos mais contundentes elementos de crítica social da era de ouro dos estúdios americanos. Pra quem se interessar pelo tema, o texto “Em defesa do melodrama”, de Luiz Carlos Oliveira Jr., no catálogo da mostra.

Para mais informações clique aqui.

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