AS FACES DA EURO

atacante-mario-balotelli-caminha-no-gramado-antes-da-partida-entre-alemanha-e-italia-pela-semifinal-da-eurocopa-1340909753519_1024x768Polônia e da Ucrânia sediaram juntas a EuroCopa 2012. Apesar de toda festa desse evento, que tem a magnitude de uma Copa do Mundo, os belos lances de futebol foram trocados por algumas reações racistas. Os dois países sedes sofreram o nazismo e o comunismo soviético, duas frentes totalitárias que marcaram o século XX e tem reflexos até os dias atuais.

Os poloneses abrigaram vários campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar do fim do regime nazista, um antissemitismo cresceu no país e continuou com as gerações posteriores. Já a Ucrânia tem visto crescer um ultranacionalismo que preza a pureza do sangue e contra a mistura de outras etnias.

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A EuroCopa 2012 pega um caminho contra esses movimentos e é uma forma do multiculturalismo entrar em pauta. O jogador italiano Mario Balotelli – filho de imigrantes ganeses – foi um dos eu mais sofreu com o racismo, entretanto respondeu com gols e claro com seu jeito folclórico de ser.

Quem venceu foi a Espanha, de forma merecida e com seu toque de bola envolvente. Mesmo não jogando de uma maneira encantadora, é a melhor seleção de futebol atualmente.Euro 2012 Espanha 1 x 1 Fabregas

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