MEDIANERAS (I)

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“Está tudo cheio, mas ao mesmo tempo está tudo vazio. A correria é insana, tenho que ser rápido, vou chegar atrasado, não vou conseguir. Ninguém mais se olha, a atenção fica diretamente para os aparelhos celulares, é melhor verificar se alguém “Curtiu” ou deu “RT”. Nem mesmo os dias mais claros conseguem iluminar as sombras que estão dispostas no cotidiano.

Até que no meio desse nevoeiro chamado metrópole, eis que surge um rosto desconhecido, apesar nunca tê-lo visto, existe algo inexplicável, parece que você esperou ela a vida inteira. Ou de alguma maneira sua cabeça mostra que mesmo sem trocar uma palavra, nos já nos conhecíamos.

Como encontrar algo que você nunca viu? Não entende o que é, não tem pistas, não sabe qual direção tomar para acertar de vez o caminho certo. Chegou minha estação, tenho descer, tenho que falar com ela…

Com todos esses fios, banda larga, cabos de fibra ótica por todo lugar, com promessas de ficarmos cada vez mais conectados… Na verdade estamos é mesmo desajustados, longe um do outro, onde um elogio se torna raro, como se fosse um martírio escolher um pensamento e transformá-lo em palavras… Oh God! É A vida.”

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