LA PULGA

20120908_Argentina_Paraguay_15-1280x629TAPA_OLEIMA20130108_0054_22Seja contra o Brasil, Alemanha, Espanha, Uruguai, Real Madrid, Manchester United, Milan, Betis, ele vibra do mesmo jeito. Todo gol é uma vitória e ganha uma comemoração empolgada, não importa o adversário. Com seu entusiasmo, La Pulga continua quebrando recordes, entrando para a história, não é exagero, falar de Messi já se tornou além do superlativo, porque ele ultrapassa as questões de um jogador normal, é um feito no esporte e precisar ser celebrado.

2012 foi um ano especial, marcou 91 gols, superando números de Pelé e Gerd Muller. Está entrosando na seleção argentina e ganhou o Prêmio de Melhor Jogador do Mundo pela quarta vez consecutiva. Feitos que nem mesmo Zidane e Ronaldo foram capazes de alcançar. Leo está em um nível onde somente ele pode superar a si mesmo.

Messit100poll_messi_lionelNão é à toa que torcedores adversários o admiram, seja atuando pela equipe catalã ou pela albiceleste.

A paixão pelo seu futebol o tornam uma espécie de rockstar nos quatro cantos do planeta, uma comparação bem popular em contraste com seu jeito simples e humilde.

A torcida vibra a cada toque de Messi na bola, mesmo longe do gol, quando a bola se aproxima dos seus pés fica a espera por uma genialidade com um passe, um drible ou uma de suas arrancadas que terminam em mais uma pintura, de preferência se for uma cavadinha para encobrir o goleiro.

Pego novamente as palavras de Roberto Saviano, escritor com um olhar atento e questionador, resistente a acomodação do mundo, assim como Leo entra em campo.

1350023548_extras_mosaico_noticia_1_g_0(…) “Em um esporte cuja fase épica parece ter ficado para trás, as proezas de Messi se parecem com uma réplica de um mito, e não de um mito qualquer, mas daquele mito que está em contraste com nosso tempo: Davi contra Golias (…)”.

“(…) Lionel parece o contrário do que se espera de um jogador: não é seguro de si, não usa as frases costumeiras que lhe aconselham dizer, fica vermelho, fixa os pés, ou então começa a roer as unhas do indicador e do polegar, aproximando-as dos lábios quando não sabe o que dizer e está pensando. Mas a história da Pulga é mais extraordinária. A história de Lionel Messi é como a lenda do zangão. Dizem que o zangão não poderia voar porque o peso do seu corpo é desproporcional à envergadura das suas asas. Mas o zangão não sabe disso e voa. Messi, com seu corpo pequeno, com aqueles seus pés pequenos, com aquelas pernas pequenas, o tronco pequeno e todos os seus problemas de crescimento, não poderia jogar no futebol moderno, que é todo feito de músculos, massa e potência. Só que Messi não sabe disso. E é por isso que é o maior de todos(…)”.

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