CHISHÛ RYÛ E OZU

tumblr_m3tiiwWvRZ1qmemvwo1_1280

MV5BOTgwMjA4NDc0Ml5BMl5BanBnXkFtZTcwMzY2NzIwNw@@._V1__SX1303_SY615_Além de Setsuko Hara, quando estamos diante dos filmes de Yasujiro Ozu é praticamente certeza a presença de Chishû Ryû. O ator simplesmente esteve em 52 dos 54 filmes do mestre japonês.

Interpretou irmão mais velho, mas ficou marcado por representar a figura do Pai. Um símbolo de isolamento após a dissolução do núcleo familiar com a partida de filhos e filhas. Uma interpretação ambígua entre o conforto de ver o destino se cumprir e a melancolia da solidão.

Bakush01

89ec198ec20c0bc20fa2c20ae546edabIImpossível esquecer Era uma vez em Tóquio (Tokyo Monogatari, 1953), Também fomos felizes (Bakushu, 1951), Crepúsculo em Tóquio (Tokyo Boshoku, 1957), Pai e Filha (Banshun, 1949), Ervas Flutuantes (Ukigusa,1959), A Rotina Tem o Seu Encanto (Sanma no aji, 1962), Flor do Equinócio (Higanbana, 1958). São muitos filmes, muitas obras-primas e interpretações memoráveis.

Podemos dizer que viveu o mesmo personagem, pois nos repetimos todos os dias em nossa rotina, em nosso cotidiano. E Ozu soube retratar muito bem o dia a dia como poucos.

AN AUTUMN AFTERNOON

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s