FOCO NÓRDICO NA 39ª MOSTRA

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A Mostra vem desenvolvendo nas últimas edições a tradição de trazer para o público um panorama da produção cinematográfica contemporânea de um país diferente, mas nesta 39ª Edição do evento o recorte escolhido não foca em um, mas sim em cinco países que integram o Foco Nórdico, destaque deste ano. Dinamarca, Finlândia, Suécia, Noruega e Islândia terão produções recentes exibidas na Mostra, trazendo a público um cinema que cada vez mais vem se colocando em evidência e surpreendendo o mundo em diferentes festivais.

E este ano não é diferente. Com uma seleção de sessenta filmes dos cinco países envolvidos neste panorama, a Mostra oferece a mais ampla perspectiva já feita sobre o cinema nórdico no Brasil, com filmes laureados nos festivais de Cannes, Berlim e Tribeca.

SAIBA TUDO DA MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO

img821.jpg-originalDentre as obras confirmadas, estão os premiados islandeses A Ovelha Negra (Hrútar), de Grímur Hákonarson, vencedor de melhor filme na seção Um Certain Regard do Festival de Cannes (e indicado pela Islândia a competir pela vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro) e Virgin Mountain (Fúsi), de Dagur Kári, que levou os prêmios de melhor filme, melhor ator e melhor roteiro no Festival de Tribeca. Da Suécia, chegam os filmes Minha Irmã Magra (Min Lilla Syster), de Sanna Lenken, premiado no Festival de Berlim com o Crystal Bear – Geração Kplus (melhor filme com temática jovem), Flocking (Flocken), de Beata Gardeler, vencedor do prêmio Crystal Bear – Geração 14plus no Festival de Berlim e Pervert Park, de Frida Barkfors e Lasse Barkfors, coproduzido com a Dinamarca e Estados Unidos, e que levou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance.  Da Dinamarca, Pardais (Sparrows), de Rúnar Rúnarsson, vencedor da Concha de Ouro para Melhor Filme no Festival de San Sebastián

f20Sucesso de público e crítica em seus respectivos países, serão exibidos:  o sobrenatural sueco O Círculo (Cirkeln), de Levan Akin, baseado no livro “O Círculo”, da Trilogia Engelsfors, de Mats Strandberg e Sara Bergmark Elfgren; os dinamarqueses Guerra (Krigen), de Tobias Lindholm (roteirista de A Caça), indicado por seu país a concorrer pela vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e Rosita, de Frederikke Aspöck; e o islandês Túmulos e Ossos (Grafir & Bein), de Anton Sigurdsson.

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